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Visão Turim

06 outubro 2021

Setembro foi marcado pela crise da incorporadora chinesa Evergrande e pelos anúncios dos Bancos Centrais americano e brasileiro.

A situação da Evergrande foi um dos fatores que mais trouxe volatilidade às bolsas globais, avalia Leonardo Martins Moraes, CIO da Turim MFO no webinar #VisãoTurim, realizado nesta quarta-feira.

Além disso, a sinalização do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) de aumento da taxa de #juros gera diminuição de apetite global para #risco.

“Esses são os dois grandes fatores que mais impactaram os mercados no mês”, ressalta.

No Brasil, os destaques foram as reduções das projeções para o #PIB de 2022. Segundo o nosso estrategista Nelson Abrahao, as revisões são explicadas por uma série de fatores: pressões inflacionárias, interrupção de cadeias de distribuição globais e incertezas políticas e fiscais.

Com isso, Nelson acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) pode levar os juros a ultrapassarem a casa de 9%.

“Por essas questões, o Banco Central disse que vê um nível de juros em patamar significativamente contracionista, podendo alcançar dois dígitos”, conclui.

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